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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Astro de 'Chaves' começa a usar cadeira de rodas


Roberto Bolaños perdeu a força na região das coxas. Foto: Reprodução Roberto Bolaños perdeu a força na região das coxas depois de duas cirurgias de próstata
Foto: Reprodução

Roberto Gómez Bolaños começou a andar de cadeiras de roda, segundo informações de sua filha Marcela Gómez Fernández, presidente da Fundação Chespirito, ao Aeronoticias.
O ator, famoso por interpretar o protagonista de Chaves, foi submetido a duas cirurgias por problemas de próstata, uma em novembro de 2009 e outra em fevereiro deste ano.
Marcela disse que por essa razão seu pai perdeu mobilidade e equilíbrio por conta de fraqueza na região das coxas. Ainda segundo ela, a recuperação pode variar entre semanas, meses e anos.
Marcela concluiu dizendo que Bolaños está se esforçando e que continua a trabalhar normalmente e escrever peças.

Estudo indica que sinal Wi-Fi pode deixar árvores doentes

Segundo um estudo realizado pela Universidade Wagenigen, na Holanda, a radiação emitida por redes Wi-Fi é prejudicial ao meio-ambiente. Além de problemas no crescimento de árvores, os pesquisadores detectaram a morte de algumas camadas de tecidos e diversas fissuras e sangramentos nas cascas.
As conclusões indicam que a maioria das cidades do mundo ocidental podem estar sendo afetadas pelo problema, especialmente aquelas onde há maior concentração de tecnologia. A pesquisa foi iniciada na cidade de Alphen ann den Rijn, que há cinco anos atrás detectou anormalidades nas árvores que não podiam ser explicadas por nenhum tipo de infecção de vírus ou bactérias.
Os resultados mostram que 70% das árvores em ambientes urbanos apresentam os mesmos sintomas, número que não passava de 10% em 2005. Entre as descobertas feitas pelas equipes de pesquisadores está o fato de florestas com grande densidade serem menos afetadas pelos sinais do que aquelas que possuem grande distância entre cada árvore.
Durante a etapa de estudos, os pesquisadores expuseram 20 árvores de carvalho a diversos tipos de radiação por um período de três meses. Aquelas colocadas pertos de sinais Wi-Fi demonstraram um  brilho semelhante ao chumbo, causado pela morte das camadas superior e inferior da epiderme das folhas.  Além da radiação emitida pelas redes Wi-Fi e pelos sinais de celular, os sintomas também podem ser atribuídos a micropartículas emitidas por carros e caminhões em áreas urbanas.
Apesar das conclusões obtidas, os pesquisadores alertam que não se deve entrar em pânico, já que ainda devem ser medidos os resultados em longo prazo da exposição à radiação Wi-Fi. Além disso, reforçam que há estudos que provam o contrário e não mostram nenhum tipo de sintoma negativo da exposição prolongada em organismos humanos.

SERÁ QUE REALMENTE ESTAMOS EVOLUINDO ???

FIM DO MUNDO ESTÁ PRÓXIMO, ISSO SIM.

Fonte: Baixaki

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Vergonha em um País que procura crescimento.

Hoje [12/11/2010] estive passando pelas ruas da cidade, quando me deparei com um Jornal chamado MEIA HORA, onde me deparei com uma notícia simplesmente "FANTASTICA" em termos de RIDICULO...
Onde já se viu um País que está buscando aperfeiçoamento em vários sentidos, analisar um TESTE imbecil em uma pessoa que foi eleita o mais votado do PAÍS... Bom, é uma vergonha o que o TRE fez e continuará fazendo se não tomarem uma atitude logo, pois logo logo estaremos elegendo crianças para tomarem conta do País, certo ? Pois as crianças não tem analfabetismo, calma....NÃO TEM ANALFABETISMO ???? Bom, meu primo com 3 anos, já sabia ler, e "NOSSO" DEPUTADO FEDERAL, foi sujeito a uma avaliação e o que foi dito pelo TRE ??? Que o Individuo deu conta de ler alguma coisa e escrever algo. Bom, como indica no jornal, ele está prontinho para avaliação do ENEM, legal né, chegamos a tal ponto, que o ENEM virou motivo de piada, TAMBÉM. 

Devemos tomar vergonha na cara e saber utilizar a internet adequadamente, pessoas que se julgam INTELIGENTES, elegem pessoas que ao menos tem planos de melhoria, vc se casaria com alguem que NÃO SABE o que é responsabilidade ? Bom, muitos elegeram uma pessoa que supostamente não sabia nem ler, muito menos ter projetos.

Parabéns, servos da inutilidade [Televisão]. 
SABE PQ O TIRIRICA NÃO SE ELEGEU NO CEARÁ ? PQ LÁ NÃO TEM 1 MILHÃO DE ABESTADOS.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Problemas de impressão marcam Enem 2010

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010, que aconteceu neste fim de semana, foi marcado por confusão em todo o país. No sábado (6), além dos problemas na folha de respostas e na prova amarela, estudantes de Belém relataram erros no número de inscrição impresso na folha de resposta. Um representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) já defendeu a anulação do exame.

A segunda etapa das provas do Enem foi mais um dia importante para mais de quatro milhões de alunos de todo o país. Milhares chegaram cedo, revisaram o conteúdo das provas e esperaram, ansiosamente, pela abertura dos portões.
Neste domingo, foram realizadas provas de português, língua estrangeira, além de redação e matemática. Para muitos estudantes, esse exame já provoca nervosismo naturalmente. Mas agora teve mais um agravante: muitos jovens chegaram tensos por causa dos problemas na prova de sábado.

Um dos erros foi na folha de resposta, que trazia cabeçalhos invertidos. No caderno de perguntas, as questões de 1 a 45 eram de ciências humanas e, de 46 a 90, de ciências da natureza. Na folha de respostas, o cabeçalho de ciências da natureza aparecia primeiro (na numeração de 1 a 45). O de ciências humanas vinha depois (na numeração de 46 a 90).
O Ministério da Educação (MEC) diz que os fiscais alertaram os estudantes sobre a falha, mas o erro provocou muita confusão. Os alunos afirmam que as orientações mudaram várias vezes.
Em Belém, 60 alunos tiveram um outro problema na prova de sábado: o número que estava no cartão resposta não era o mesmo da inscrição. De acordo com a mãe de um estudante, os jovens foram orientados pelos fiscais a escrever o CPF embaixo do número de inscrição e alegaram que a prova seria corrigida pelo CPF.


Em outros estados, os candidatos também reclamaram que no caderno de perguntas da prova amarela, faltavam questões e havia até páginas da prova branca misturadas, com numeração diferente, que não formava uma sequência.
Caso específicoA assessoria de comunicação do MEC disse que apenas 1% das provas amarelas tinha problemas de montagem e a maioria foi trocada por cadernos corretos durante a prova. Os alunos que não conseguiram fazer a troca devem ser procurados pelo ministério. Nesse caso específico, a realização de novas provas não está descartada.
O ministério informou ainda que os estudantes que preencheram o cartão de respostas do primeiro dia da prova seguindo os cabeçalhos trocados poderão solicitar a correção invertida.
Problemas de confecção
Pelo segundo ano consecutivo, as provas do Enem têm problemas envolvendo o processo de confecção. No ano passado, um caderno de perguntas foi furtado dentro da gráfica Plural, responsável pela impressão das provas, e que acabou substituída este ano pela gráfica RR Donelley.
Edson Cosac Ortolai, presidente da comissão de exames de ordem da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), criticou a organização do Enem e defendeu a anulação do exame. Na opinião dele, por causa das falhas na impressão, os candidatos não fizeram a prova em condições de igualdade.
ReclamaçõesNeste domingo, os candidatos não enfrentaram problemas nas provas, mas as reclamações continuaram.
No sábado, o ministério informou que o aluno que se sentisse prejudicado poderia enviar um requerimento, para que os casos fossem analisados. Neste domingo, na página do MEC no Twitter, um comunicado dizia que os alunos que já "dançaram" no exame e tentam tumultuar as redes sociais estão sendo monitorados e acompanhados e o Inep pode processá-los.
CataporaNo Rio, uma mãe que não quis se identificar disse que pediu ao Inep uma sala especial para que a filha, com catapora, fizesse a prova isolada. A resposta chegou por e-mail, dizendo que ela precisaria ter avisado da necessidade no ato da inscrição, dois meses atrás, quando a mãe nem imaginaria que a filha contrairia a doença.
A menina acabou fazendo a prova em uma sala comum, com outros alunos.
De acordo com o Ministério da Saúde, a catapora é altamente contagiosa e é transmissível enquanto houver lesões na pele. A recomendação é que não haja contato com outras pessoas até uma semana depois das feridas cicatrizarem.
Por telefone, o MEC afirmou que a estudante fez a prova isolada nos dois dias, o que foi negado pela mãe.

 GRANDE ENEM HEIN...QUE VERGONHA NESSES DOIS ULTIMOS ANOS HEIN ....!!!!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Zerar o desmatamento é possível

Na quarta-feira, dia 21 de outubro, depois de se recusar a assinar um pedido do Greenpeace de comprometimento com o desmatamento zero, a candidata à Presidência pelo PT, Dilma Rousseff, chamou a proposta de demagógica. No dia seguinte, José Serra, do PSDB, imitou sua adversária e negou-se a assinar o pedido do Greenpeace. Afirmou que precisaria analisar o documento, que não tem mais do que quatro linhas.
Dilma, depois de olhar o papel e não assiná-lo, disse que está empenhada em reduzir o desmatamento da Amazônia em 80% (não mencionou os outros biomas) e reiterou que não assina “qualquer compromisso que botam na minha frente”. Achou, aliás, a atitude das ativistas do Greenpeace desrespeitosa. Não houve qualquer intenção de desrespeito. Apenas a defesa de um ponto de vista – como a própria candidata reconheceu ao pedir aos militantes do seu partido que deixassem as ativistas se manifestarem.
Exigir o compromisso do país com o desmatamento zero também não tem nada de demagógico e não é uma coisa qualquer. Trata-se de uma visão que tem todas as condições de virar realidade. Ela transformaria o Brasil de uma vez por todas num país do século 21, capaz de servir de exemplo para outras nações em todo o mundo. A política de desmatamento zero protegeria definitivamente o muito que ainda temos de biodiversidade e recursos naturais.
Também contribuiria de maneira fundamental para reduzir as emissões brasileiras de gases que causam o aquecimento global. De quebra, geraria renda e emprego de qualidade nas atividades de conservação, vigilância e uso sustentável dos produtos florestais. O próprio governo, aliás, conhece o lado ruim da destruição das florestas (basta ler seu próprio plano de combate ao desmatamento, o PPCDAM).
Salvar floresta garante economia
A recusa de Dilma e Serra em assinar o compromisso contraria ainda o entendimento de importantes setores da economia nacional, como a indústria da soja e os maiores frigoríficos do país, que já incorporaram o esforço de acabar com o desmatamento em suas cadeias de produção. Afinal de contas, já existem áreas desmatadas suficientes no Brasil para que a produção agropecuária se expanda sem que seja necessário avançar sobre as florestas.
Os setores mais avançados do agronegócio sabem muito bem que o Brasil tem todas as condições de consolidar sua atual posição de potência agrícola – e conquistar cada vez mais mercados externos – sem precisar derrubar mais uma árvore. Para tanto, bastam respeito à lei e investimentos em produtividade.
O desmatamento zero busca assegurar a conservação das nossas florestas devido a sua crucial importância na manutenção do equilíbrio climático, da conservação da biodiversidade e da preservação do modo de vida de milhões de pessoas que dependem dela para sobreviver. Uma política de desmatamento zero não impede que árvores sejam cortadas e utilizadas. O que ela se propõe a acabar é com o corte raso e a degradação de grandes extensões de mata, um problema que acompanha o país desde o descobrimento e que ainda assola a Amazônia e o cerrado.
O objetivo de uma política de desmatamento zero é dar corpo a uma gestão cuidadosa da floresta que ainda existe, com o estabelecimento de todo o remanescente como reserva florestal nacional, com exceção dos que se encontram em propriedades particulares e em casos que envolvam populações tradicionais e indígenas. A meta de obter uma redução de 80% do desmatamento até 2020, com relação à média do corte registrado entre 1996 e 2005, prometida pelo presidente Lula e endossada pela sua candidata, é insuficiente.
Reduzir emissões
À luz da atual crise climática global, permitir a derrubada de 20% de mata em relação à média do período significa muito mais do que “ter sempre alguém cortando alguma coisa”. O presidente precisa botar seus assessores para fazer contas. Estima-se que em cada quilômetro quadrado da floresta amazônica, para ficarmos apenas em um exemplo, existam entre 45 mil e 55 mil árvores com mais de dez centímetros de diâmetro.
A lógica presidencial, que admite que o Brasil continue derrubando cerca de 3.900 km2 da Amazônia em 2020, significa que o país perderá, apenas naquele ano, entre 175 milhões e 215 milhões de árvores. Isto está longe de ser um pauzinho qualquer. A diferença entre a proposta do Greenpeace de zerar o desmatamento em 2015 e a de Lula e Dilma – Serra não deixa claro qual é a sua – de permitir 20% de desmatamento em 2020, equivale a aceitar que nesse intervalo de cinco anos o Brasil perderá entre 800 milhões e 1 bilhão de árvores na Amazônia.
Francamente, é um número inaceitável. Como por sinal parecia ser inaceitável para o próprio Lula no ano passado. Em junho de 2009, em Alta Floresta (MT), ele disse que “se houve um momento em que a gente podia desmatar, agora desmatar joga contra a gente e vai nos prejudicar no futuro. Hoje, em vez de dizer que não pode cortar árvore, nós temos de incentivar e pagar para as pessoas plantarem árvores", afirmou.
Além de ser a forma mais barata e rápida de combater as mudanças climáticas, zerar o desmatamento é fundamental para o desenvolvimento econômico do país no longo prazo. As chuvas produzidas pelas grandes massas florestais que ainda existem em nosso território e as matas que protegem as margens de rios em todo o país nos defendem de enchentes e são importantes para a geração de energia, a produção de alimentos e o abastecimento de água no Brasil.
Ter como meta resguardar o que ainda nos resta de matas é buscar um futuro melhor para as gerações de brasileiros que virão. O Greenpeace se coloca à disposição de Dilma, e de seu adversário, Serra, para esclarecer quaisquer dúvidas que ambos tenham sobre o conceito de desmatamento zero, a fim de construir um Brasil mais sustentável, justo e de fato inserido no esforço global contra as mudanças do clima.
E, apenas para ajudá-los na sua reflexão sobre esse futuro, não custa lembrar que o Brasil já perdeu mais de 700 mil quilômetros quadrados de floresta amazônica nas últimas quatro décadas. Nessa área, entre 33 bilhões e 41 bilhões de árvores viraram fumaça, ajudando a transformar o Brasil no quarto maior emissor mundial de gases que provocam o aquecimento global.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Greenpeace questionou pessoalmente o candidato José Serra (PSDB) sobre seu compromisso com a manutenção das florestas e uma matriz energética renovável. Mas ele deixou a oportunidade escapar e postergou a decisão para um futuro não definido.

Ponta Grossa, 21 de outubro de 2010 – O candidato José Serra (PSDB) até que tentou, mas não passou do “trololó” quando o assunto foram seus compromissos por um Brasil mais verde e limpo, caso eleito presidente. Na dúvida, um grupo de ativistas do Greenpeace foi pessoalmente questioná-lo em Ponta Grossa, interior do Paraná.
Ele foi interpelado na rua, onde iniciava uma carreata de campanha, com uma faixa onde estava escrito “Serra, desmatamento zero e lei de renováveis: você assina embaixo?” e uma caneta, para assinar uma carta com seu comprometimento com a manutenção das florestas brasileiras e com uma matriz energética limpa. 
Serra afirmou para os ativistas que não assinaria na hora e que analisaria o documento em São Paulo.
Uma explicação para a resposta é a diferença de público a quem se refere nas diferentes praças. Em evento em São Paulo, Serra posou de defensor do ambiente; no Paraná, reduto de ruralistas, ele tirou o corpo fora. “Serra teve a oportunidade de comprovar aqui o que vem alardeando em sua campanha, de que é um ambientalista desde criancinha. Por enquanto, ficou só no discurso”, afirma Marcio Astrini, coordenador de campanha do Greenpeace. 
A candidata Dilma foi a primeira a desperdiçar sua chance. Ao ganhar de nossos ativistas a mesma carta que selaria um compromisso com o Brasil do futuro, ontem, em evento de lançamento de sua plataforma ambiental em Brasília, apesar do incentivo de aliados, também não assinou. 
“Até agora, nenhum dos dois candidatos foi capaz de assumir um posicionamento claro sobre dois temas cruciais tanto para o desenvolvimento quanto para a preservação dos recursos naturais do país e do planeta: o futuro de nossas florestas e o aumento de energias limpas e renováveis”, diz Astrini. 
O desmatamento zero baseia-se no fato de que já existem áreas desmatadas suficientes no Brasil para que a produção agropecuária se expanda, sem que seja necessário cortar mais árvores. Já o pedido do Greenpeace por uma matriz limpa vem do imenso potencial de geração de energia a partir do Sol e do vento mal aproveitado no país, e que pode ganhar fôlego com a aprovação do projeto de lei 630/2003, parado no Congresso. 
“Os presidenciáveis esperam do eleitor um cheque em branco na questão ambiental. Nós queremos projetos concretos, que mostrem ao povo brasileiro que tipo de presidente pretendem ser, o que luta por um país verde e desenvolvido ou que promove um devastado e atrasado”, conclui Astrini. 
Frente ao desinteresse dos candidatos à Presidência em relação a temas ambientais, o Greenpeace iniciou a campanha “Vote por um Brasil mais verde e mais limpo”. Por meio de uma petição on-line, perguntamos aos dois como eles vão garantir o desmatamento zero e o incentivo às fontes limpas de energia. 
Saiba mais sobre a campanha “Vote por um Brasil mais verde e limpo” em nosso site e no Twitter, na conta @GreenpeaceBR.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Feedback - como aproveitá-lo mais e melhor

  • Por: Equipe Santander Caminhos & Escolhas
Seu gestor agendou sua avaliação anual. Isto já é muito bom, afinal ele irá lhe dar um feedback, uma percepção sobre suas potencialidades e pontos de desenvolvimento, ótimo, agora é se preparar para aproveitar ao máximo este encontro.
 
PREPARAÇÃO
Como assim? Eu me preparar? Claro, seu gestor irá lhe fazer vários apontamentos e você precisa se auto-avaliar também. Ou seja, olhar para este ano e considerar: o que vc acha que fez muito bem, que contribuições conseguiu dar a sua área, à empresa, onde se desenvolveu...enfim, pare e faça uma boa reflexão.
 
Vale a pena vc listar estes momentos, bem como aqueles que acredita não ter se saído tão bem e se perguntar, o que me faltou? Como meu gestor pode me ajudar numa próxima situação como esta? Preciso fazer algum curso para melhorar este ponto? Qual? Será que meu gestor tem alguma dica?
 
 
DURANTE A AVALIAÇÃO
Vá com o espírito de escutar e aprender e pergunnnnnte, pergunte ao seu gestor o que ele acredita que você fez muito bem, tenha clareza deste feedback.
Vamos dar um exemplo:
Gestor: Frederico vc foi muito bem naquela apresentação para a diretoria.
Frederico: Ao invés de perguntar o que ele fez de legal nesta apresentação, ele já supõe que foi a apresentação que estava bacana, afinal ele é o rei do PowerPoint...
E em uma próxima situação, faz a mesma coisa, ou seja, prepara uma super, mega apresentação.
E aí o feedback é:
Gestor: Frederico, como é que vc me faz uma apresentação como está, ta louco?
 
 
Louco fica Frederico, que não entende nada. Claro porque ele não perguntou ao gestor o que ele havia feito de muito legal na apresentação anterior. Se tivesse perguntado teria ficado ciente de que o que o seu gestor mais gostou foi do seu preparo. Frederico conhecia o tema em profundidade, todos os números, aquele mercado específico, enfim, DOMINAVA o assunto. O PowerPoint...bobagem.
 
Já na 2ª. Apresentação, ele não se preparou, então embora o powerpoint fosse de arrasar...gaguejou e não deu uma resposta correta.
 
Entenderam? Usem o verbo fazer....o que eu fiz que não foi tão bom, que gerou um impacto tão negativo e por que. O que eu fiz que agradou tanto.  Boa sorte, aproveite bem seus feedbacks.